fbpx

Como explicar o fim da vida para uma criança?

Geralmente os pais não conseguem responder com facilidade as questões das crianças sobre a morte, pois eles mesmos não sabem lidar com isso.

Na primeira experiência envolvendo a morte na vida de uma criança é bem normal que ela fique cheia de perguntas. A seguir está um guia passo a passo sobre como explicar o fim da vida para uma criança em qualquer idade:

  1. O que é a morte: O primeiro passo é explicar para a criança o que o que acontece quando a pessoa morre. Tente fazer entender que a pessoa nunca mais voltará e que não está apenas dormindo. Deixe claro que quem partiu também não pode sentir mais nada.
  2. Linguagem objetiva: Lembre-se que a capacidade de discernimento das crianças é diferente da nossa. Qualquer eufemismo ou palavra mal usada pode gerar confusão e dúvida na cabeça dos pequenos. Tente usar uma linguagem que uma criança possa entender com base em sua idade e nível de maturidade. Uma criança de dois a três anos terá pouca lembrança dessa experiência. Já uma de oito a nove se lembrará para o resto da vida.
  3. Controle emocional: Você não precisa necessariamente esconder seu sentimento das crianças, mas é importante que você não esteja emocionado em demasia na hora de explicar a morte para uma criança. Dependendo da intensidade dos sentimentos que você manifestar a criança irá associar o processo com algo terrível, de dor física e emocional, e automaticamente se sentirá estressada e confusa.
  4. Evite palavras que assustam: Explique o processo de fim da vida da maneira mais técnica e objetiva possível. Evite palavras marcantes que possam causar medo e ansiedade.
  5. Deixe as crianças perguntarem: Toda criança está em pleno desenvolvimento e querendo respostas para todas as coisas da vida. Porque seria diferente com a morte? Estimule a criança introvertida a tirar suas dúvidas. Não use palavras difíceis ou que assustam, mas lembre-se que é saudável que elas tenham alguma compreensão sobre o assunto. Tente não parecer chocado com as perguntas que uma criança pode fazer sobre esse assunto.
  6. Respostas sinceras: Nunca vale a pena mentir para uma criança. É melhor que você se prepare com antecedência para as perguntas que ela provavelmente irá fazer. É normal não saber as respostas a algumas de suas perguntas. Dando um simples, “Não tenho certeza. O que você acha que acontece com isso?” permite que a criança oriente a conversa.
  7. Seus sentimentos importam: A forma que você se sente é importante na hora de explicar o fim da vida para os pequenos. Aprenda o máximo que puder antes do processo. Crianças podem não querer presenciar um ritual de luto e nesse caso não devem ser forçados. Sempre analise antes o que você irá mostrar ou explicar para elas.
  8. Deixe as crianças livres para se expressarem: Elas podem estar sentindo o luto e não sabendo lidar com essa emoção tão recente e inédita. Pergunte como a criança se sente referente ao processo e estimule ela a se comunicar com você sobre o ocorrido. Ela pode não ser capaz de expressar bem sua dor, mas falar ajudará a processar melhor seus sentimentos.
  9. Obtenha ajuda de um conselheiro: Contar a uma criança sobre a morte de um ente querido pode ser um desafio para muitos. Se você se sentir desconfortável e não souber o que dizer, considere a ajuda de um conselheiro de luto especialmente treinado. Um conselheiro não apenas ajuda a explicar a morte para a criança, mas pode ajudá-la a compreender e lidar com sua dor.
 

Na Guardadoria possibilitamos que qualquer pessoa grave mensagens para serem exibidas no futuro das crianças, como em uma formatura ou casamento. 

Às vezes você deseja compartilhar algumas lições da vida, mas não tem certeza de que estará presente no momento adequado. Usando nossa tecnologia você garante que suas mensagens e ideias cheguem as pessoas certas, no tempo certo.

Acesse agora app.guardadoria.com.br e crie sua conta gratuita.

Gostou do texto? Não deixe de ler também Coisas a fazer após a morte de alguém.

Só você pode evitar a destruição do seu patrimônio e garantir um futuro melhor a todas as pessoas que ama!

Ano novo, vida nova! Novos planos, sonhos, projetos, promessas; um novo tudo. É assim, ano após ano.

O que é incomum considerar em nossas resoluções de ano novo é a possibilidade de partirmos sem aviso  e independe de tudo o que planejamos a cada ano que se inicia.

Afinal, ninguém inicia um novo ano imaginando que este sim será o ano de sua morte.

Mas é simples assim, a vida é finita, essa é a única certeza da vida e não irá mudar de forma alguma em 2022.

O que me incomoda é o que observo em minha atuação como Advogado e sócio da Guardadoria: todos os anos famílias sofrem pela partida prematura de entes queridos.

Não falo do natural sofrimento sentimental que decorre da perda e da saudade.

Mas sim do sofrimento com burocracia, processos judiciais, conflitos familiares e deterioração patrimonial com os inúmeros custos que envolvem o fim da vida.

Me incomoda mais ainda ver todo esse sofrimento, que vai além do sofrimento sentimental e saber que existem soluções que não são adotadas pelas pessoas pelo simples desconhecimento

SÃO AS SOLUÇÕES QUE VÃO EVITAR QUE SUA FAMÍLIA PERCA DINHEIRO APÓS SUA PARTIDA É QUE QUERO MOSTRAR A VOCÊ.

Mas antes quero te mostrar um exemplo do que pode acontecer com nossas famílias.

Considere uma pessoa que acumulou ao longo da vida um patrimônio de 1,6 milhões.

Por simplificação, considere também que esse patrimônio é formado por um único imóvel comprado anos atrás por 800 mil reais.

No falecimento da pessoa de nosso exemplo, a família (cônjuge, filhos ou outros a depender do caso), precisa necessariamente arcar com uma série de despesas para realizar a transferência patrimonial. 

Geralmente, essas despesas são compostas de, no mínimo, imposto, honorários de advogado, despesas cartorárias, certidões, registro de imóveis, etc.

Assim, fazendo as contas você perceberá que os custos com esse inventário custará a família R$ 255.000,00 (duzentos e cinquenta e cinco mil reais).

Esse valor altíssimo representa 15% do patrimônio e deverá ser arcado pela família em curtíssimo espaço de tempo apenas para realizar a transferência do patrimônio da pessoa falecida aos herdeiros.

E mais, o que acontece na prática é que muitas vezes a família não possui esse valor em caixa o que gera confusão, conflitos e invariavelmente a família se vê obrigada a realizar a venda do imóvel para arcar com as despesas do inventário.

Nesse cenário em que é necessário vender um imóvel em meio a um processo judicial de inventário, a venda é realizada com um deságio mínimo de 20% e será necessário ainda pagar imposto de ganho de capital de 15% sobre o valor da venda.

Perceba que situação dramática!

A família diante de uma despesa de 255 mil reais com o inventário para realizar a transferência patrimonial, se vê obrigada a vender um imóvel com valor de mercado de R$ 1.600.000,00 com um desconto de 20%, ou seja, por R$ 1.280.000, e ainda pagar imposto sobre a diferença do valor da venda e o valor da aquisição do imóvel que foi de R$ 800.000,00.

Para sintetizar, ao final de todo processo, a família que tinha um imóvel de R$ 1.600.000,00, para resolver todas as questões burocráticas, arcará com as seguintes despesas:

  • imposto: R$ 128.000,00
  • honorários: R$ 112.000,00
  • cartório: R$ 5.000,00
  • certidões: R$ 3.000,00
  • registro: R$ 7.000,00
  • deságio: R$ 320.000,00
  • imposto de ganho de capital: R$ 72,000

O total da perda patrimonial para uma família com um patrimônio de R$ 1.600.000,00, pode chegar a R$ 647,000,00, ou de outra forma, haverá uma perda patrimonial de 40%. Isso tudo sem considerar possíveis conflitos e mais processos judiciais.

É ISSO QUE ESTÁ ACONTECENDO DIARIAMENTE NO BRASIL! 

FAMÍLIAS ESTÃO PERDENDO CERCA DE 40% DO PATRIMÔNIO ACUMULADO PELO PATRIARCA OU DA MATRIARCA!

O que eu quero dizer a você é que não precisa mais ser assim!

Por isso, eu quero convidar você a participar de uma conversa comigo onde vou explicar as estratégias que podem ser utilizadas para evitar que sua família perca parte do patrimônio que você está acumulando com muito suor.

Nossa conversa está agendada para segunda-feira, 17 de janeiro às 20h. 

Para você não esquecer, clique neste link  que enviarei no seu WhatsApp uma notificação alguns minutos antes de iniciar.

Compartilhe

Veja também

Guardadoria. Todos os direitos reservados.

Olá! Estamos aqui para ajudar!